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Carrinho

No último domingo (09/10), estivemos no Aldeia das Águas Park Resort, em Barra do Piraí – Rio de Janeiro, para conhecer o parque e suas últimas novidades.

Aldeia das Águas

Chegamos no complexo por volta das 9h e fomos recebidos pela equipe de recreação que passaram as informações de acesso e em seguida acessamos o parque.

Estacionamento do Aldeia das Águas

A entrada

As filas nas catracas e revista de bolsas estavam bem rápidas. Logo nos deparamos com uma funcionária caracterizada de Branca de Neve animando a galera, dando um clima bem alto astral. Seguimos então para o restaurante onde foi servido o café da manhã e já nos preparamos pra curtir o dia no parque.Entrada do Aldeia das Águas

Bilheteria do Aldeia das Águas

Mapa do Aldeia das Águas
Quiosque da Chilli Beans

Skylink

A diversão começou pela última novidade do Aldeia: o Skylink! Uma tirolesa com 300m de extensão e que pode chegar a uma velocidade de 60 km/h. Por ser novidade, a fila era um pouco grande. Ficamos cerca de 40 minutos aguardando, mas que valeram a pena!

Skylink

A atração liga a área próxima à entrada até a área do Kilimanjaro. Apesar de ser uma atração simples, é mais emocionante do que aparenta e com certeza resulta em fotos incríveis! Apenas fique atento antes de entrar na fila: para embarcar na atração o visitante deve ter mais de 1,20m de altura, e entre 50 e 130kg. A atração não é cobrada a parte.

Piscinas e Kilimanjaro

Side Winder

Depois do Skylink, era hora de aumentar ainda mais a emoção e ir no Side Winder. A atração consiste em uma pista com mais de 10 metros em formato de half pipe e boias com 2 lugares que mergulham em uma descida inclinada e ficam subindo e descendo até parar. O frio na barriga é inevitável e dá vontade de ficar repetindo o dia todo! (Ah se tivesse mais tempo…)

Side Winder

Side Winder no Aldeia das Águas

Queda no Side Winder

A rampa Yuppie foi nossa escolha como próxima atração. É uma rampa com baixa inclinação onde os visitantes descem em boias individuais até caírem na piscina. Não tinha fila quando chegamos, então era só pegar a boia e curtir a descida! Fica uma recomendação: se a funcionária perguntar se quer descer girando, diga não!

Rio Corrente e Snakeland

Saindo do Yuppie ainda tínhamos uma hora até o almoço. Então demos uma volta no Rio Corrente e subimos para os toboáguas Snakeland. São 3 toboáguas com tamanhos e trajetos diferentes, então é claro, fomos nos 3! É difícil decidir qual foi melhor, ambos causam sensações bem diferentes.. Ah, e não julgue pelo tamanho; se você for deitado e dar um impulso, o passeio se torna bem emocionante!

Rio Corrente

Snakeland

Almoço

Antes de ir almoçar, passamos por algumas piscinas, mas não todas, infelizmente, até porque são 17! O almoço foi liberado sem nenhum custo pelo Aldeia das Águas e tem bastante opção, hein?! À medida de curiosidade ficam os valores: Self Service R$4,53/100g – à vontade R$31,00 adultos e R$15,50 crianças de 7 à 12 anos. (Crianças abaixo de 7 anos almoçando com os pais não pagam).

Para quem não quiser almoçar, o parque tem diversos quiosques de alimentação, bares molhados, carrinhos de alimentos e até uma lanchonete Subway.

Subway no Aldeia das Águas

Mundo Fini e Aldeia Shop

Após o almoço, demos uma volta pelo parque, conhecemos a loja Mundo Fini (e como ela é linda!), a Aldeia Shop, onde são vendidas boias, roupas de banho e lembranças da turma da Mônica. Passamos por algumas piscinas e resolvemos parar de enrolar e ir para o maior desafio do dia, um desafio de quase cinquenta metros: o Kilimanjaro!

Loja Fini

Mundo Fini no Aldeia das Águas

Interior da loja Fini no Aldeia das Águas

Produtos na Aldeia Shop

Interior da Aldeia Shop

Produtos para a piscina

Calçados na Aldeia Shop

Crocs na Aldeia Shop

Kilimanjaro

Enquanto subíamos a trilha em direção à torre e ouvíamos o barulho do pessoal descendo (gritos e fortes jatos d’água) o nervosismo ia aumentando. Quando começamos a subir, era escada que não acabava mais.

Quando achar que já está alto demais pra você, relaxe e olhe pra cima. Com certeza não vai estar nem na metade! Continuamos subindo, e vai batendo aquela sensação de: isso não é possível, é alto demais! Quase chegando no topo, inicia-se a vertigem, aquela tontura e a sensação que vai cair lá de cima. Ao chegar no topo, tudo soma-se com uma ventania muito forte!

Kilimanjaro no Aldeia das Águas

O mais interessante, é que por ficar em cima de um morro, NADA em volta é mais alto que a atração, o que causa um desconforto muito maior. Não dá pra acreditar que as pessoas escorregam daquela altura. E lá ficamos, alguns minutos, refletindo na vida, se tudo valeu a pena até aquele dia, etc. A fila de desistência era a mais engraçada, várias pessoas no topo falando “pode ir na frente”. A quantidade de pessoas que desistem é impressionante!

Não queríamos entrar pra esse ranking, então simplesmente era hora de tomar fôlego e ir, sem pensar em mais nada. Quando você entra no túnel antes da queda, milhões de palavras de arrependimento passam pela mente. Agora não tem mais jeito, a corrente de água é muito forte. Uma vez que você senta ali, vai enfrentar uma queda livre gigantesca em poucos segundos. Quando a descida começa, seu corpo se contrai, a sensação de aceleração é contínua e a impressão é de estar em uma grande torre de queda livre, mas caindo sem poder se segurar em nada, e sem nada segurando você!

Quando chega lá embaixo, o jato d’água é forte e intenso. Seu corpo é praticamente jogado pra todos os lados até cair na piscina. Após isso vem um grande alívio, seguido de um único pensamento: QUERO MAIS! É claro que para alguns isso muda para um “nunca mais”, mas somos amantes da adrenalina, não?! Então o jeito era enfrentar toda aquela escadaria e repetir toda a experiência.

Vista do Aldeia das Águas

Encerrando o dia…

Depois de duas vezes no mais alto toboágua bodyslide do mundo, reconhecido pelo Guinness Book, estava quase na hora de encerrar o dia. Mas antes que isso acontecesse, valia dar mais uma volta no Side Winder. Merecíamos um frio na barriga não tão monstruoso pra nos despedimos do Aldeia das Águas.

Antes de ir embora, fomos convidados à conhecer o Aldeia das Águas Convention, um completo centro de convenções com salas de todos os tamanhos, para atender todo tipo de empresas e eventos. Lá conhecemos a equipe comercial do parque e alguns projetos futuros, que contaremos abaixo!

Aldeia das Águas Convention

Palestra no Aldeia das Águas Convention

Interior do Convention

Maquete do Aldeia das Águas

Próximas novidades:

O Aldeia está preparando mais novidades para o verão de 2017. Recentemente, o parque já tem investido em algumas instalações, como novos banheiros, sorveteria e atrações. Já está próxima a chegada da segunda parte do Skylink; a tirolesa que cruza o parque todo da área próxima à entrada até a área próxima ao Kilimanjaro, agora terá o sentido inverso, do Kilimanjaro até a área próxima à entrada. Serão duas tirolesas que farão o transporte do público para ambas as direções.

Nova skylink

Além da segunda fase do Skylink, o parque planeja também a instalação do Surf Hill. São oito pistas paralelas onde os visitantes descerão de bruços em tapetes individuais.

Surf Hill

As novidades não param por aí! Já está em construção uma nova praça de alimentação com completa instalação próxima ao Side Winder.

Nova praça de alimentação no Aldeia das Águas

Construção da nova praça de alimentação no Aldeia das Águas

Além disso, no próximo mês deve ser inaugurado o novo hotel. Também está em construção o terceiro, o maior entre os três com seus nove andares!

Pontos positivos:

  • Atendimento: Funcionários muito animados e bem humorados, animadores na entrada, na saída do parque e na piscina de ondas agitando o pessoal;
  • Ambiente: Muitas árvores pelo parque o tornam bem confortável e cheio de sombras, isso em um parque aquático além do conforto colabora para um ótimo visual;
  • Número de piscinas: Parques aquáticos costumam não ter muitas piscinas para uso geral. Já no Aldeia são muitas, isso acaba distribuindo o público para várias áreas do parque e quase todas elas com banheiros próximos;
  • Cartão de consumo: Andar com dinheiro ou cartão de débito/crédito em parque aquático é complicado, pois você precisa andar com carteira, o que faz ter que ir e voltar do guarda-volumes diversas vezes. O Aldeia descomplicou isso, implantando o cartão de consumo, onde sem NENHUM custo adicional, você faz o seu cartão e deposita o quanto quiser gastar pelo dia, podendo recarregar caso necessite. Ao final do dia o restante no cartão é devolvido (exceto caso a recarga tenha sido feita por cartão).

Piscinas no Aldeia das Águas

Pontos a melhorar:

  • Organização: No horário de abertura do parque claramente não dão conta do pico de público que existe. As filas em quase todas as centrais de crédito ficam imensas, e as filas preferenciais não são respeitadas. Claro que nesse caso é mais culpa dos visitantes, porém poderiam ser orientados sobre a fila preferencial, além das placas.

Os guichês das centrais de consumo possuem filas individuais. Presenciei o caso de um guichê fechar do nada e os visitantes que já estavam na fila um bom tempo terem que ir para o fim da fila de outro guichê. Cena bem triste. Isso se resolveria com uma fila única e organizada por cordões/grades, além de guichês chamando quando disponíveis, como acontece em caixas de bancos e diversos tipos de balcões de atendimento. E é claro, abrir todos os guichês pelo menos em horários de pico (na abertura e fechamento do parque);

  • Falta de bebedouros: Num dia quente, em um parque que você anda o tempo todo, subindo e descendo escadas, é necessário muita água pra dar disposição. Não há bebedouros pelo parque, o que força os visitantes à compra. O valor não é abusivo, porém durante o dia tive que comprar 4 garrafinhas. Imagino uma pessoa que vá com a família em um número maior de pessoas, quantas garrafinhas precisam comprar? Sempre vejo bebedouros em parques como algo essencial e indispensável. Porém, infelizmente, alguns parques não adotam essa medida e colocam à venda. Um ponto a menos;
  • Revezamento de funcionários: Algumas atrações faziam revezamento de funcionários em alguns momentos do dia e operavam com capacidade reduzida. A primeira vez que fomos no Side Winder, ele estava operando com apenas uma boia! A fila praticamente não andava, mas por sorte, depois de um tempo outro funcionário chegou e normalizou;Central de Crédito no Aldeia das Águas

Nossa opinião:

O Aldeia das Águas tem grande potencial de se tornar um dos melhores do país. O que vimos nesse dia quando chegamos, no entanto, foi um certo despreparo com a quantidade de pessoas chegando ao mesmo tempo no parque.

Além das filas e desorganização como citado anteriormente, durante o dia presenciamos atrações parando ou operando com baixa capacidade por conta do revezamento de funcionários em horário de almoço, parte em que grande parte do público acabou de chegar e está em peso querendo curtir as atrações, e de certa forma causou um certo transtorno.

Como citado também, medidas simples podem resolver estes problemas e acreditamos com muita confiança que em breve conseguirão corrigir esses erros e prestar um atendimento mais ágil e preparado para o grande público que recebem. Mas fora estes problemas, vimos um parque em crescimento, buscando a evolução, investindo em sua estrutura, em novas atrações anualmente e na rede hoteleira.

Isso é MUITO importante e positivo, vista a escassez de parques em crescimento que temos no Brasil. Nos divertimos, curtimos e sentimos fortes emoções. Com total certeza voltaremos em breve para conhecer ainda mais novidades deste incrível complexo!

Agradecemos imensamente ao Aldeia das Águas e sua equipe comercial que nos receberam com total atenção e à JRA Viagens e Turismo pelo convite à esta experiência!

Confira o vídeo de nossa visita:

Matheus Rocha Pimenta

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